As fotos mais impactantes da história

 Pesquisando em sites, juntei algumas fotografias e suas histórias. As imagens a seguir, representam alguns dos momentos mais dramáticos da história da humanidade. Esse post, tem como objetivo, mencionar fotografias que carregam grandes histórias. Tristes, mas que ao mesmo tempo, se tornam lindas e impactantes. 

   The Falling Man, 2001

Fotografia feita por Richard Drew, fotógrafo da Associated Press, mostrando um homem caindo da Torre Norte do World Trade Center, em Nova York, durante os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Cinco anos após os ataques, o homem foi identificado como Jonathan Briley, de 43 anos, funcionário de um restaurante instalado na Torre Norte do World Trade Center. Entretanto, oficialmente, sua identidade nunca foi confirmada. 
Fotografia: Richard Drew.

 Mãe migrante, 1936

Um ícone da Grande De­pressão e uma das fotos mais famosas dos Estados Unidos. Florence Owens Thompson, 32 anos, desolada por não ter comida para alimentar os filhos. Jornalistas americanos passaram décadas tentando localizar a mãe e seus sete filhos. No final dos anos 1970 ela foi encontrada, não prosperara muito. Vivia em um trailer. 
Fotografia: Dorothea Lange.

Racismo nos Estados Unidos, 1950

A fotografia, que causou indignação em todo o mundo, mostra bebedouros separados para brancos e negros, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Até a década de 1950, os afro-americanos não tinham direito a voto, eram segregados socialmente e compunham a parcela mais pobre da população norte-americana. 
Fotografia: Elliott Erwitt.

A fome no Sudão, 1993

Fotografia publicada em março de 1993 no “New York Times” e responsável pela ascensão de Kevin Carter como fotógrafo. Em 1994, Kevin ganhou o Prêmio Pulitzer de Fotografia. Embora a fotografia seja impactante, o abutre não estava tão próximo do menino como a fotografia sugere — fato que continua causando controvérsias entre jornalistas e fotógrafos. O garoto da foto chamava-se Kong Nyong e sobreviveu ao abutre, morreu em 2007. Kevin Carter, o fotógrafo, se matou em 1994. 
Fotografia: Kevin Carter

Omayra Sanchez, 1985

A fotografia mostra Omayra Sanchez, uma menina de 13 anos que ficou presa em entulhos deixados pelo deslizamento causado pela erupção do vulcão Nevado del Ruiz, que arrasou com o povoado de Armero, Colômbia, em 1985. Os socorristas não conseguiram resgatá-la. Ela morreu cerca de 60 horas depois de ficar presa. A fotografia ganhou o World Press Photo de 1985 e se tornou uma mais comoventes da história. 
Fotografia: Frank Fournier

Hiroshima, 1945

A fotografia mostra o primeiro bombardeio atômico da história. Em 6 de agosto de 1945, a cidade de Hiroshima foi devastada pela bomba atômica de fissão denominada Little Boy, lançada pelo governo dos Estados Unidos, resultando em 258 mil mortos e feridos. 
Fotografia: George William Marquardt (piloto do avião)

Uganda, 1980

Fotografia feita por Mike Wells, em abril de 1980, mostra uma criança da província de Karamoja, Uganda, de mãos dadas com um missionário. O contraste entre as duas mãos serve como um lembrete do abismo que separa países desenvolvidos e subdesenvolvidos. A fotografia permaneceu inédita durante anos. 
Fotografia: Mike Wells

Execution of a Viet Cong Guerrilla, 1968

Ganhadora do prêmio Pulitzer, a fotografia mostra Nguyen Ngoc Loan, chefe da polícia sul-vietnamita, disparando sua pistola contra a cabeça de Nguyen Van Lem, oficial Vietcong, em Saigon. Embora chocante, a fotografia não conta toda a história. O homem assassinado havia matado uma família. 
Fotografia: Eddie Adams

Biafra, 1969

A Guerra Civil da Nigéria ou Guerra do Biafra matou mais de um milhão de pessoas entre 1967 e 1970, principalmente de fome. Milhares de crianças foram acometidas de Kwashiorkor, patologia resultante da ingestão insuficiente de proteínas. O fotógrafo de guerra Don McCullin foi o primeiro a chamar a atenção para a tragédia.
Fotografia: Don McCullin

Phan Thi Kim Phúc, 1972

Ganhadora do Prêmio Pulitzer em 1973 e a mais famosa fotografia de guerra de todos os tempos. Kim Phuc (a garotinha nua) corre ao longo de uma estrada perto de Trang Bang, no sul do Vietnã, após um ataque aéreo dos EUA com napalm (bomba incendiária). Para sobreviver, Kim arrancou a roupa em chamas do corpo. 
Fotografia: Nick Ut
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Estamos Retrocedendo

        Você não pode comer biscoito, porque estou de dieta! 

Hoje, lendo comentários de um post no facebook, cheguei a conclusão de que: ESTAMOS RETROCEDENDO! O post era sobre "Aborto", e em muitos comentários, sentia uma leve vontade de mirar uma arma na minha cabeça e desistir. Entregar pros índios seria uma solução admissível.

De uns tempos pra cá, vendo boa parte das pessoas do meu facebook postarem coisas interessantes (50% delas), fiquei fascinada como o movimento feminista estava criando voz. Não apenas isso, mas a visão das pessoas sobre o direito das outras. O respeito que estava se criando ali, diante das consideradas "diferenças". Bom, hoje, lendo alguns comentários de um post, vi que estava errada. Claro, fico muito presa as pessoas que estão por perto, acabo esquecendo do resto. Os que não tenho nenhum convívio social.
Eram comentários do tipo "A favor do aborto e contra o homicídio? Que paradoxal!", "Sera q já ouviram falar dum troço chamado camisinha ou anticoncepcional?" E outras merda...

Para o pessoal que compara aborto com assassinato:

(◕‿◕✿)*.¸¸.*☆*ABORTO*.¸¸.*☆(◡‿◡✿)
 - Procedimento médico
- Indice de ocorrências independem da legalidade
- Ocorre dentro do corpo de um indivíduo a pedido do mesmo indivíduo
- Permite que o indivíduo defenda seu direito a autonomia corporal e mantenha controle sobre seu próprio corpo.
 - É o único tratamento para várias condições médicas severas, incluindo gravidez tubária e pré-eclampsia.
 - Interrompe o desenvolvimento de um embrião/feto não senciente, inconsciente e incapaz de sentir dor
 - Se tornou ilegal para proteger os interesses financeiros de alguns grupos.

 (◕‿◕✿)*.¸¸.*☆*ASSASSINATO*.¸¸.*☆* (◡‿◡✿)
 - Não é um procedimento médico
 - É desencorajado através da criminalização e punições severas
 - Cometido por uma pessoa contra outra pessoa totalmente separada que não está transgredindo o corpo do perpetrador.
 - Nunca é uma necessidade médica para o perpetrador.
 - Interrompe a vida de uma pessoa senciente, consciente e independente.
- É considerado quase universalmente como um ato imoral, se tornou ilegal para proteger a vida das vítimas em potencial.

Infelizmente, uma decisão pessoal, que acontece no seu corpo, é considerado crime no Brasil.
O povo gosta de dar pitaco no útero da mulher, mas são a favor da redução da maioridade penal. Isso sim, chega a ser irônico.
É "Pró Vida", mas a vida das mulheres que morrem em abortos clandestinos não importam.
Claro, concordo que tenha que haver toda uma mudança, precisa de todo um cuidado em cima disso. Educação sexual é algo sério, que deveria ser tratado como tal. Palestras escolares e até mesmo, em casa. Precisa de todo um cuidado, principalmente, em lugares carentes. Onde as pessoas não recebem informação, e a educação fica em segundo plano. Existem muitas pessoas que não tem acesso ao mínimo dos recursos e a informação.
"Ain, existem camisinha pra isso" Nem todo mundo tem dinheiro para comprar camisinha e tomar pílula. E existem muitos postos, que não distribuem, sempre está "em falta". Isso acontece muito em cidades pequenas.
É muita cobrança e pouco recurso. A criança só é de grande interesse quando está na barriga, depois que nasce, vira o "marginalzinho" que precisa ir pras ruas trabalhar no farol e roubar, pra por comida na mesa.
Então, ao invés de ser fiscal de útero, já que são tão "pró vida", vá ajudar a levar informação para essas mulheres que não teve educação sexual alguma, e apoio psicológico para as que são obrigadas a gerar uma criança que não é bem vinda. E pense bem na hora que você ver uma criança te pedir um pão ou uma grana no farol, antes de cagar regra no corpo da amiguinha.
Tinha muitas mulheres, mas também vi muitos homens comentando. Homens, vocês querem falar sobre aborto? Desculpa, mas não vão. O choro é livre.
Aliás, os dois comentários a cima, foram de homens. Quando vocês sofrerem pressão da sociedade para gerar uma criança indesejada, sem nenhum direito de escolha sob seu corpo, dai cês chora a vontade, viu? Enquanto isso, não dê pitaco. Você não sabe o peso até carregar ele nas costas.

Li também homens e mulheres culpando as garotas que engravidam e são largadas sem nenhum recurso do progenitor. "Ninguém mandou abrir as pernas pra qualquer um" E quando digo que estamos retrocedendo... A culpa sempre é da vítima e nunca do opressor, e infelizmente, isso não é apenas nessa situação. Por isso digo e repito, as mulheres carregam todo o peso, e não é vitimismo, é realidade. Se não existisse machismo, não teria porque existir feminismo. O problema é que o opressor nunca sabe que está oprimindo, e daí, quando a vítima se ergue e resolve gritar, é chamada de "vitimista". A verdade é: é muito difícil pro opressor, aceitar que a vítima não vai mais abaixar a  cabeça, e que existe todo um movimento contra essa opressão. Que vamos lutar para desconstruir toda essa ideologia que a sociedade impõe. Que a luta pelo direito de escolha do que acontece com o seu corpo, tem que ser colocada em pauta, sim!
Se os homens engravidassem, o aborto seria legal. Homens podem largar mulheres de barriga, mas mulheres não podem ter escolhas sob seu corpo. Mulher tem que se dar ao respeito e fechar as pernas. Aborto deveria ser uma decisão pessoal, não do estado. Melhore...

Aos conservadores de plantão... Quer saber de uma coisa?



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Açucar Ou Adoçante?

                                       Pedro Cunha


Hey! Como vão vocês? Pedro e eu vamos super bem, maravilhosamente bem. Tudo arco-íris!
Sim, estou um pouco empolgada. Bem pouco, mesmo... Vou-lhes contar o por que. 
Hoje gravamos um vídeo super amazing, do Pedrinho, cantando uma de suas doces músicas que faz eu me apaixonar mais a cada nota.
Não é nada grande. Um banco, uma varanda, um tripé e uma câmera. Mas fizemos tudo com muito amor. A escolha do "cenário", edição, preset e este post aqui. Tudo cheio de carinho. Espero que vocês gostem.
Se gostarem, dê like no vídeo e compartilhe pra ajudar a gente na divulgação . Pretendemos fazer mais vídeos, então se inscreva no canal para receber as próximas atualizações. 
Caso queira dar alguma sugestão de música para o próximo vídeo, deixe nos comentários. 

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Ame-se, aceite-se.

                             Não tire o batom vermelho!         -Jout, Jout.

Primeiro: O que é um relacionamento abusivo, Amelie? 
Um relacionamento abusivo é, quando você não está mais num relacionamento com uma pessoa, e sim, com um vampiro. 
Sim, um vampiro! Como assim, Amelie? Vampiro? Ta usando ácido, mulher?
Não, não. Vou explicar. 
Um vampiro da vida real não vive de sangue, ele vive da sua felicidade. Seus amigos, seus objetivos, toda sua vida. 
Ele suga, ao máximo, tudo o que você tem. Principalmente, suas forças. 

Um exemplo:
Você está namorando, mas as vezes é bom sair um pouco com os amigos. Você decide ir com seus amigos ao cinema (um exemplo bem light. Poderia ser pra uma festa, que seja), e seu namorado (a)  não permite. Ele tenta impedir ao máximo e te colocar contra, manda você se afastar dos seus amigos, ameaça terminar se você não o obedecer.... Faz chantagens emocionais, te manipula.
PLIM PLIM PLIM, RELACIONAMENTO ABUSIVO ALERT! 
Foi o pior exemplo de todos, mas isso vale para qualquer situação que envolva: chantagens emocionais, ameaças e grandes joguinhos de manipulação. 
Se você já notou algum desses sinais, em discussões ridículas, por qualquer coisa. Onde seu companheiro (ou companheira) ameaça a todo momento, faz chantagens por qualquer coisa e no final consegue o que quer. Sim, você está num relacionamento abusivo. 

Vi um vídeo da Jout Jout sobre relacionamentos abusivos, e achei SENSACIONAL! Super me inspirou a criar este post. Senti que euzinha, Amelie, deveria escrever algo sobre relacionamento abusivo.
Sim, já passei por isso (quem não).
Vivi 1 ano num relacionamento abusivo. Sabe quando percebi que este relacionamento era abusivo e não justo e ponderado? Quando pensei racionalmente, coloquei, pesei numa balança, tudo aquilo que me fazia bem. E tudo que me fazia mal. Tudo o que aquele relacionamento estava me trazendo de bom, e tudo o que me trazia de ruim.
Lógico, que quando estamos num relacionamento abusivo, a gente NUNCA nota. Nossos amigos nos avisam. Até mesmo quem está de fora, nota. Até o porteiro. Até mesmo o segurança da lotérica. O tio que vende pastel nas feiras de sábado, até ele. Mas a gente? Nunca.  
Na verdade, poucas vezes notamos, sim. Mas preferimos acreditar na nossa mentira. É sempre bem menos doloroso acreditar na mentira. Acreditar que está tudo sob controle, que você não está sendo abusada (lembrando que abuso não é somente sexual, abuso é todo pensamento egoísta no qual você tem a total consciência do que está fazendo. Causando mal a outra pessoa e o bem próprio. Onde as escolhas da outra pessoa não cabem, apenas o seu desejo).
Mas um relacionamento abusivo entre namorado e namorada (ou namorado e namorado, namorada e namorada. Enfim) pode, sim, ter tanto abuso mental quanto sexual. Até porque, não é porque você namora com alguém, que você tem que transar com aquela pessoa. Estar sempre disposta. Você não tem obrigação. Isso é abuso, colega. Tudo aquilo que é feito contra sua vontade, não importa o tipo de relação. Namorado, pai, mãe, chefe, amigo.

Mas os relacionamentos que nos abusam mentalmente, os vampiros, que nos sugam. Esses são difíceis de notar. E quando notamos, devemos cortar pela raiz. Sempre. Sem medo.
Seja amigo, seja namorado. Seja doloroso no começo. Seja difícil de fazer. Mas pessoas assim, fazem o oposto de bem para nós. E com o tempo, eles nos sugam por completo, até ficarmos sem forças para tomar uma iniciativa de sair.
Jamais tire o batom vermelho. Jamais tire sua saia. Jamais deixe de sair com seus amigos. Jamais perca seu riso.


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Diário de Ninguém

                                  O começo do agora


Nunca sei que palavras devem ser ditas para que se tenha uma boa primeira impressão.
Isso é irônico não? Não! Não é tão fácil quanto parece.
Vou me apresentar como: ‘’ não crua’’.
O nome já diz tudo, não preciso me explicar, mas só algo me vem na cabeça: Porque eu escrevo? Ainda não tenho uma resposta certa, eu nunca vou ter.
Provável resposta, dessa pergunta sem resposta, seria: ‘’Para não se sentir sozinha’’.
Sim! Não me sentindo sozinha, usando as palavras como meio de expressão.
Proteger-me, escrevendo aqui.


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Diário de Ninguém

  Garotas Não

  Garotas bonitas choram
Garotas bonitas sentem ódio
Garotas bonitas se maltratam
Garotas bonitas se retraem
Garotas bonitas não são bonitas
Garotas bonitas estão feridas
Garotas bonitas querem paz
Garotas bonitas não amam, sentem dor


Garotas bonitas não dão a minima
Garotas bonitas, não são beleza
Garotas bonitas são esquecidas
Garotas bonitas são fodidas
Garotas bonitas são precisam ser bonitas
Garotas bonitas querem foder
Garotas bonitas querem beber
Garotas bonitas não precisam ser bonitas

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Carlos Vermut

Magical Girl

Magical Girl, de Carlos Vermut. Longa de 2014. 
Com toques de cinema noir, o filme conta a história de Alicia (Lucia Pollan), uma garota com leucemia que tem um ultimo desejo: ganhar um vestido de sua personagem preferida de um anime (Magical Girl Yukiko). Seu pai, Luis (Luis Bermejo) faz de tudo para deixar sua filha feliz e realizar seu desejo. Durante sua busca para realizar o ultimo pedido de sua filha, seu destino se cruza com uma jovem, Bárbara (Bárbara Lennie). Além de Bárbara, Luis conhece Damián (José Sacristán), um professor aposentado que possui, junto com Bárbara, um passado conturbado. Luis, Bárbara e Damián ficarão envolvidos em uma obscura teia de chantagens, onde instintos e razões serão testados em uma luta trágica.
           
        Escolhido melhor filme no festival de San Sebastián, onde conquistou a Concha de Ouro de melhor filme e o prêmio de melhor diretor. 
"É uma honra e um privilégio para nós", disse Vermut.

Direção: Carlos Vermut
País de Origem: Espanha
Tempo de Duração: 127 minutos
Assista Magical Girl CLICANDO AQUI

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Na Janela, 02/2015

                         #MENOS COXINHA, MAIS CROQUETES

                                       Em nome de todos os croquetes, eu lhes apresento "Na Janela". Quem disse que só mulheres podem usar batom e sombra, ou até mesmo, passar um blush de vez em quando? Liberte-se! 
Moça, maquiagem não te faz mais mulher. Rapaz, maquiagem não te faz menos homem.
É tão sexy uma mulher usando uma camisa masculina, e isso não faz dela mais ou menos. Contraditório. Mas um homem de batom é tão chocante, vai contra todos os princípios. Por quê?
Tenho certeza que vendo esse post passou pelo menos 1 vez na sua cabeça, algo do tipo "Que viadinho. Deve ser bicha, só pode". Quero que pense, se pergunte 10 vezes se for necessário. Por quê? 
"Na Janela" é exatamente o oposto, é a liberdade. Por que temos que pertencer a um gênero?Por quê somos tão preconceituosos? Por que definimos tudo? Por que a liberdade nos choca? Sabe por que as pessoas ainda pensam assim? Porque levamos tudo ao pé da letra, nós rotulamos tudo, estamos perdendo nossa liberdade, nossa essência, ficamos com medo do que vão falar. Temos medo de usar uma blusa, um sapato, porque aquilo está fora de moda ou porque sou mulher e não posso usar um sapato masculino. Por que masculino? Por que feminino? Estamos ficando tão monótonos. 

Veja o ensaio completo CLICANDO AQUI 

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Nova Era

Nova?

Fazia TEMPOS que não dava uma volta pela nova era, que saudade! Aquele lugar me traz muitas lembranças, boas e ruins. Tanta gente já passou por ali, quantas vezes fotografei "amigos" naquele lugarzinho... Que saudade! 
Um dos primeiros lugares que eu fui para bancar a fotografa, cheguei lá com a minha CoolPix [na época] me sentindo a sabichona. 

Hoje retornei a este lugar maravilhoso com o meu namorado, tiramos algumas fotos, rimos e comemos batata frita. Um ótimo lugar, cheio de lembranças! Mais uma para entrar no pacote...

Bom, mas não é nada disso que eu queria dizer! Vim aqui agradecer [melhor] a todos vocês que curtiram a page. Chegamos a MIL likes, mil pessoas que gostam e acompanham. Infelizmente, muitos não recebem todos os posts, pois o facebook obriga a gente [meros blogueiros] a pagar para entregar o post a todos. Infelizmente, com a falta de Dilmas, não posso pagar. 








Além da divulgação que o facebook nos obriga a pagar para entregar os posts, também tem cursos e materiais. Cursos de fotografia não são NADA baratos, todo material que eu preciso... xiiiii.... piorou! 
Por isso euzinha, Amelie, resolvi soltar alguns pacotes de ensaio. Na verdade, você vai ler isso aqui primeiro, ainda vou estar preparando o post, mas daqui 1 dia [no máximo dois] sai, então guenta ae!

É... era só isso mesmo, pessoal. Eu espero que fiquem felizes por mim e comigo, espero que daqui pra frente a page e o blog só cresça. Muito obrigada mesmo, muito obrigada de coração. Ficaria horas aqui agradecendo todos vocês, vocês são demais! Eu adoro vocês! 


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Masterpieces

Egon Schiele

Nascido em 12 de Junho de 1890, austríaco. Egon Schiele foi um pintor ligado ao movimento expressionista, nascido no seio de uma família humilde. 
-Child In Black-
Aos 15 anos de idade, em 1905, Egon perdeu seu pai por conta de uma doença, sífilis. Após a perda, Egon ficou sob a guarda de um tio materno, que reconheceu seu talento artístico e o apoiou. No ano seguinte, em 1906,  ingressou na Akademie der Bildenden Künste, estudou desenho e pintura, em oposição à vontade de sua mãe que queria vê-lo seguir os passos do pai.
Em 1907, Egon conheceu Gustav Klimt que, interessado no seu trabalho, fez dele o seu "protegido". Ajudou-o comprando os seus trabalhos, apresentando-o a pessoas influentes, arranjando-lhe modelos, entre outras coisas.
Aos 17 anos, Egon candidatou-se e conseguiu entrar na Academia de Viena, contra a vontade de sua mãe e seu tio. Em 1908, um ano depois de sua candidatura, já participava numa exposição pública, de tema paisagístico.
-Green girl-
Na medida em que Egon atingia uma idade mais madura, seus temas foram se tornando menos usual e sua técnica mais ligada ao desenho e à aquarela. 
 A sua primeira exposição foi em 1908, na Klosterneuburg. Malsatisfeito com o caracter conservador da academia, Egon deixou seus estudos e, junto com outros colegas que partilhavam da mesma insatisfação, criou o grupo Neukunstgruppe ("Grupo nova arte"). Liberto de todo aquele conservadorismo, Egon começou a explorar mais a forma humana e também a sexualidade.
-Mother and son-
Em 1907, Egon conheceu Valerie Neuzil. Viveu com ela em Viena, usou como modelo em muitos dos seus trabalhos. Mudaram-se para Český Krumlov (Krumau), para fugirem da vida na cidade.
Muitos não gostavam do seu estilo de vida (que incluía pintar modelos adolescentes da zona) teve um impacto negativo na população. A pobreza e a piedade ligam-se nos seus desenhos de linhas abruptas e formas intensas que acentuam o carácter erótico das personagens.
Este impacto das pessoas com suas obras, fez com que se mudassem de novo, desta vez para Neulengbach. Como estavam perto de Viena, seu estúdio transformou-se num ponto de encontro de "crianças delinquentes". 
Definitivamente, seu estilo de vida não era de agrado das outras pessoas. Egon chegou a ser preso por ter seduzido uma menor. Quando os polícias o foram prender levaram também vários trabalhos que consideram pornográficos. 
Egon foi preso por 21 dias, mas não por ter seduzido a menor, e sim por ter alegadamente exposto trabalhos pornográficos num local acessível a menores.
-Dead Mother-
Egon deixou Valerie e ficou noivo de Edith Harms, em 1915, vindo a casar-se no dia 15 de Junho desse ano (de 1915).
No ano de 1918, Egon foi convidado a participar na 49º Secessão em Viena, ele teve 50 trabalhos aceitos na exibição, que foram postos na sala principal.
Fez também, o poster para a exibição, o qual era inspirado na Última Ceia, com o seu retrato no lugar de Cristo. Este acontecimento foi um tremendo sucesso tendo resultado na subida do valor econômico dos trabalhos deste artista. Durante o útlimo ano da sua vida, Egon Schiele fez várias outras exposições igualmente com sucesso.
No outono de 1918, sua mulher, grávida de 6 meses, foi uma das vítimas da gripe espanhola, morrendo em 28 de outubro de 1918. Três dias depois da sua morte, Egon abandona também a sua vida. Durante estes três dias, Egon Schiele fez alguns retratos de Edith, tendo sido estes os seus últimos trabalhos.
Egon deixou trabalhos incríveis, onde estavam representados seres humanos transfigurados por sentimentos fortes e implícitos no seu traço.
                                                                       



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